veja este video promocional da grande caminhda 1ª Ultra Rota dos Templários 2010
Publicado em 1 de Setembro de 2010.
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Publicado em Filmes
Publicado em 6 de Agosto de 2010.
Foi colocado na zona dos filmes um sobre a 1ª edição dos Trilhos do Almourol, realizada em 6 de Março.
Dê uma olhadela aqui , http://www.youtube.com/watch?v=3LzIwZXSN34, e ganhe força para participar na próxima edição em 3 de Abril 2011
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Publicado em 16 de Julho de 2010.
No passado dia 11 de Julho, o CLAC participou com uma comitiva de 10 atletas na primeira edição do Trail do Almonda, prova com 30 km integrada nas festas da cidade. A prova disputou-se na serra D’Aire, com partida às 9h00 junto à nascente do Almonda e chegada no jardim das rosas em Torres Novas.
Prova com elevado nível organizativo, com bons abastecimentos (7 no total) com melancia, laranja, banana, pêssegos, barras de cereais, bebida isotónica e água sempre fresca que foram essencial para que os atletas conseguissem suportar as temperaturas que se fizeram sentir.
A comitiva do CLAC esteve ao seu nível conseguindo as seguintes classificações:
Pedro pimenta participou também na Caminhada
Resultados completos:
Apoios: Restaurante Almourol, Marquês Vídeo e Centro Dentário do Entroncamento
Publicado em Notícias
Publicado em 2 de Julho de 2010.
Relato de um Bem-aventurado trail.
A curiosidade natural de caminheiro levou-me a participar numa corrida mais arrojada um trail de 17km na Freita.Peguei no meu equipamento, calções de licra, t-shirt, sapatilhas velhas da Salomon, meias para este fim ,chapéu florescente, óculos de sol, bastão camel-bag de 1.1/2 lt de água ,5 barras energéticas 2 bananas, 200g de frutos secos. E material como máquina fotográfica,telemóvel,canivete suíço e apito.
Não sendo eu de correrias decidi faze-la em marcha rápida. A má noticia era que tinha que fazer boa figura na partida e fazer 300 metros a correr.
Estavamos junto ao parque ás 10h para o tiro de partida. Mentalizei-me em fazer um walk and run controlado que não durou muito. Decidi então caminhar a um ritmo considerável 10min/km em todo o planalto. Paisagens magnificas quase lunares e ai encontrei os caminheiros e lá estava o amigo José Leote em esforço devido a lesão.
Passei por eles e ainda falei com alguns caminheiros conhecidos e lá fui depressinha até ao 1º abastecimento 6km. Bebi 2 ½ copos de água quente de uns garrafões duvidosos e continuei pois tinha pela frente um caminho longo e solitário. Depois de um sobe e desce prolongado com lindas pastagens e linhas de água. A chegada a Castanheira foi espectacular .
O percurso passava por dentro de um carreiro de água que deu para refrescar os pés. As casas típicas predominavam com caminhos centenários de pedra polida á sombra de arvores magistrais. Lá estavam outra vez os caminheiros em palestra com os habitantes locais e o Leote tirava umas fotos para mais tarde recordar.
Aqui na Castanheira aos 12km era o 2º abastecimento foi então que apareceu uma miúda com 2 ½ copos de água morna para me oferecer. Continuei então a minha marcha acelerada em direcção ao então falado PR7 (pequena rota de 7km). Lindo, uma descida com mais de 20 % de inclinação cheia de obstáculos naturais pedras, raízes, árvores, ramos que recria uma atenção especial onde por os pés ,o que despertou a criança que há em mim. De salientar uma pequena cascata com uma ponte pedestre que tinha a curiosidade de ter umas correntes para transpor o obstáculo seguinte.
Desci depressa de mais, passei pelo Luís Miguel e pelo companheiro João… com a desculpa da inércia. Ao mesmo tempo ia tirando umas fotos, quando não é o meu espanto (eu até sou pouco sensível a surpresas) na encosta oposta um paredão via uns corpos em subida vertical. O meu chapéu de pala pingava como chovesse o calor no vale apertava. Estava todo moído no fim da encosta quando cheguei á aldeia da Ribeira quase não podia andar.
Passei a ponte tirei a mochila e fui ao banho, finalmente água fresca que vai ajudar a recompor as pernas .Foi delirante ,10 minutos dentro de água. Fiquei melhor, mas mesmo assim vi-me grego para subir 20 metros até ao abastecimento extra. Água e mais água e mais água morna dos garrafões e uma torneira ali ao lado (que falta de clarividência). Puxei de alguns alimento calóricos e estive parado 20 a 30 minutos.
Até que aparece o Luís Miguel com o companheiro todo torcido que ficou logo ali na carrinha. Ia iniciar a subida da Frecha da Mizerela com a lindíssima cascata ao fundo que nos estimulava a progressão. O Miguel ia á frente tinha mais preparação e habituado a estas coisas e apesar de lesionado no pé foi ganhando terreno. Eu estava a pagar pela descida rápida. Disse ao Luís para continuar que eu ia mais devagar.
Estava a parar de 20m a 20m , o calor era extenuante o sol batia de chapa na encosta. Para subir com inclinação de 26% era com as mãos com os pés e bastão. A palavra de ordem era penar ,penar e penar. De repente passa o 1ºfinisher dos 70km Alcino que pregava a cada passo e desapareceu. Eu parava para fazer a recuperação mas a máquina não dava sinal de abrandar.
Foi então que me lembrei do João Garcia dos passos a grande altitude um a um chegamos lá ,assim foi em progressão muito lenta. É nestas alturas que nos passa muitas coisas pela cabeça, estava encharcado queria comer frutos secos não conseguia engolir tive de deitar fora, a boca estava seca. A cascata estava mais perto a vista era paradisíaca.
Estava sentado a parece o 2º finisher dos 70 aprox.45m depois do 1º. Este já se arrastava pelo trilho que metia dó. Mais acima noutra paragem técnica aparece pai e filha do Porto a pedir alguma coisa para comer, que a filha estava aflita.Dei-lhes uma barra e o pai agradecido cria prometer um almoço numa próxima oportunidade. Nem pensar, haja saúde para usufruirmos destas aventuras.
Completamente esgotado lá cheguei ao topo e ainda por cima o pai da miúda fez um forcing para chagar á minha frente uns metros ,eu nem estava nessa. Cheguei á meta entre o pai e a filha espero com isto não ter contribuído para a discórdia familiar. Da organização ficara-me as palavras no ouvido “já estávamos preocupados com vocês” pois deviam-se preocupar era com os que vinham a trás os dos 70km pensei eu.
Fiquei satisfeito e deu para encher as medidas. Foram 18.1km(gps) em 4.42h os últimos 6km demorei 2.45h. Para mim foi obra, para quem não gosta de correr. Possivelmente ganhei o meu escalão mais de 100kg.. Organização: muita água não sei da onde em garrafões ao sol . Os homens não choram mas gostam de mimos.
Dedico ao casal Brito pelo esforço e dedicação á modalidade.
Clacaminheiros 30-06-2010
Jpimenta
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Publicado em 1 de Julho de 2010.
No passado dia 27 de Junho, José Brito do CLAC – Entroncamento, terminou “a prova mais dura de Portugal”, a Ultra Trail Serra da Freita, competição de Trail Extreme com 70 km e 4200 metros de desnível positivo, a única prova em Portugal continental pontuável para o Ultra Trail du Mont Blanc” (2 pontos).
A serra da Freita faz parte do maciço da Serra da Gralheira, juntamente com a serra da Arada e do Arestal. É uma região de grandes contrastes, de relevo áspero e imponente. Ao austero planalto, onde só florescem os matos rasteiros, contrapõem-se os profundos vales encaixados, atapetados de espesso arvoredo, por entre o qual correm rios rebeldes e tumultuosos.
Depois de três anos seguidos com a distância de 50 km (2006; 2007 e 2008), em 2009 a organização da prova decide aumentar, não só o grau de dificuldade, como também a distância para 60 km, este ano mais uma vez, aumentou não só a distância para 70 km, como, e sobretudo, o grau de dificuldade que passou a ser de EXTREMA dificuldade.
Com partida marcada para as 5 horas da manhã no parque de campismo do Merujal, os cerca de 180 atletas que alinharam à partida tinham pela frente a tarefa de percorrer o percurso mais duro e longo alguma vez corrido em Portugal, para complicar a jornada o dia amanheceu extremamente quente o que veio dificultar ainda mais a progressão dos atletas que tinham que realizar tempos de controlo intermédios aos 20km, 40km, 60km e 65 km. O resultado foi que muitos foram eliminados ou acabaram por desistir por perceberem que seria difícil alcançar o tempo final de 15 horas imposto pela organização e assim foram classificados apenas 85 atletas (69 atletas dentro das 15 horas regulamentares).
A prova foi ganha pelo atleta Alcino Serras (vencedor dos Trilhos do Almourol) que terminou a prova em 8h51,53, com cerca de 1h30 a mais do que a organização tinha previsto, o que revela a dificuldade do percurso. O atleta José Brito do CLAC conseguiu chegar ao fim, obtendo a distinção de “Finisher”, desta dura prova com o tempo de 14h59,39, sendo o 69º classificado e entrando ainda dentro do tempo regulamentar.
Estiveram ainda presentes ,em representação do CLAC: Otilia Leal que não consegiui superar as dificuldades da distância de 70 km; João Pimenta que particiou na corrida de 17 Km com 4 horas, 42.14 e José Leote que fez a Caminhada de 10 km.
Resultados http://www.confraria-trotamontes.com/utsf/pt/resultados/
Apoios: Restaurante Almourol, Marquês Vídeo e Centro Dentário do Entroncamento.
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Publicado em 26 de Maio de 2010.
No passado dia 23 de Maio a secção de atletismo do CLAC deslocou ao Parque Nacional Penada Gerês uma comitiva de 5 atletas para participar na 3ª Edição da Ultra Trail Geira Romana, prova na distância de 52 km e 1 atleta para participar na corrida da Geira, prova na distância de 15 km.
A prova principal teve a sua partida nas termas de Lóbios (Espanha) depois os atletas percorreram todo o Gerês por estradões e trilhos terminando nas termas de Caldelas, percorrendo assim todo o Gerês.
Dos atletas do CLAC que se apresentaram à partida, para três esta seria a primeira prova na distância superior à maratona (José Marçal, José Oliveira e Jorge Santos), o percurso com 52 km ao longo do Gerês apresenta um nível de dificuldade médio, mas o principal adversário dos atletas foi o forte calor que se fez sentir (superior a 30 graus), dos cerca de 200 atletas que alinharam à partida apenas terminaram cerca de 130.
Os atletas do CLAC – Entroncamento, apesar das dificuldades da prova tiveram um bom desempenho, destacando-se José Marçal Silva com o 57º lugar da geral masculina e Otília Leal com o 11º lugar na geral feminina.
Resultados dos atletas masculinos do CLAC participantes na Ultra (52 km)
57º lugar – José Marçal Silva – 6h17’08’’
61º lugar – José Oliveira – 6h25’11’’
85º lugar – José Carlos Brito – 6h52’35’’
109º lugar – Jorge Cruz Santos – 7h50’15’’
Resultados das atletas femininas do CLAC participantes na Ultra (52 km)
11º lugar – Otília Leal – 7h38’20’’
Resultados dos atletas masculinos do CLAC participantes na Corrida (15 km)
15º lugar – João Fernandes Dias – 1h32’00’
Resultados em http://www.pontocom.pt/actividades/2010UltraTrailGeira/apresentacao.php
Apoios: Restaurante Almourol, Marquês Vídeo e Centro Dentário do Entroncamento.
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Publicado em 23 de Abril de 2010.
No passado dia 18 de Abril a secção de atletismo deslocou à Lousã uma comitiva de 8 atletas para participar no AxTrail, circuito de trail running nas aldeias do xisto.
O percurso com 14,700 metros com grande nível de dificuldade devido à grande tecnicidade dos trilhos apresentados teve como vencedor no sector masculino o atleta Alcino Serras (vencedor dos Trilhos do Almourol no passado dia 7 de Março) e no sector Feminino Susana Simões.
Os atletas do CLAC – Entroncamento, apesar das dificuldades da prova tiveram um bom desempenho, destacando-se Otília Leal com o seu 3º lugar em veteranas femininas.
Resultados dos atletas do CLAC
Resultados completos em http://axtrail.go-outdoor.pt/o-circuito/resultados/lousa
Apoios: Restaurante Almourol, Marquês Vídeo e Centro Dentário do Entroncamento.
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Publicado em 30 de Março de 2010.
No passado Domingo, 28 de Março a secção de atletismo esteve presente, através dos seus atletas e caminheiros na 2ª Edição da prova de Trail “Trilhos do Pastor”, prova organizada pelo Clube de Veteranos da Serra d´Aire e que teve a partida no largo do mercado em São Mamede concelho da Batalha.
O CLAC – Entroncamento esteve representado por 8 atletas e 3 caminheiros sendo que o destaque vai para Francisco Primo que conseguiu o 29º lugar em 179 chegados.
A prova principal na distância de 28km, foi percorrida por estradões e trilhos técnicos de rara beleza num traçado muito exigente onde abunda a pedra calcária, tendo os atletas durante o percurso passado pelo interior das Grutas da Moeda, pelo trilho dos moinhos, pela aldeia Pia do Urso, Reguengo do Fetal, pelo trilho do Buraco Roto e terminando em São Mamede.
No final no sector masculino a vitória sorriu ao atleta Luís Pereira da Confraria Trotamontes, que cortou a meta destacado em 2h16:47, tendo no sector feminino vencido a atleta Cármen Pires do C. D. Asas do Milénio – O Praticante, com o tempo de 2h43:39.
Resultados dos atletas do CLAC – Entroncamento
29º lugar – Francisco Primo – 2h37:52
48º “ – José Marçal Silva – 2h47:53
57º “ – Luís Rei – 2h53:14
63º “ – José Carlos Brito – 2h55:13
85º “ – José Oliveira – 3h04:39
111º “ – Fernando Farinha – 3h18:30
141º “ – Otília Leal – 3h46:10
172º “ – Maria Joana Cachucho – 4h40:59
Resultados completos http://www.adal.pt/2010/resultados/Trilhos_Pastor.pdf
Apoios: Restaurante Almourol, Marquês Vídeo e Centro Dentário do Entroncamento.
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Publicado em 8 de Março de 2010.
Classificação Geral
Publicado em Notícias
Publicado em 21 de Outubro de 2009.
Já pode fazer a sua inscrição usando este formulário.
Não deixe de consultar o regulamento e a informação complementar sobre a prova.
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