Artigos de caminheiros

Percurso Pedestre pelo Rio Zêzere e Constância


Percurso Pedestre pelo Rio Zêzere e Constância

Data: 5 de Fevereiro de 2012

Distância: Aprox. 14 km

Concentração: 8.45h na sede do CLAC no Entroncamento com saída ás             9h ou 9.30h no parque de estacionamento junto ao rio em Constância.

Constância: 39º28.495 N  –  8º20.461 O

Nível: 3 de 5

Tempo aproximado: 4 horas

Alimentação : Água e fruta ou sandes numa pequena mochila. 

Calçado: Preferencialmente botas.

DESCRIÇÃO: Inicio pela estrada alcatroada paralela ao Rio Zêzere até à subida do Ribeirão. Seguidamente entramos no campo direitos a Casal da Serra, Cova dos Castanheiros, Centro de Ciência Viva e chagada à Vila pelo miradouro da Igreja Matriz. Percorrendo até ao pelourinho e Rio Tejo. (local propicio a piqueniques)

Aberto a Dog trekking.

Dog Trekking
Pela primeira vez o CLAC abre paralelamente uma nova atividade nos seus percursos pedestres, o Dog Trekking. Uma caminhada com o seu cão á trela de igual distância. Há equipamentos específicos para este efeito e que garantem o bem-estar do animal. O dono tem que garantir alimento e água e reger-se pela boa conduta de relacionamento com os animais. 

Condições de Participação

- Trazer no mínimo 1,5 Lt de água para si e para o seu cão;

- Cães sociáveis;

- Não serão admitidas cadelas com o cio, nem cachorros com menos de 4 mese

- Os cães terão de andar à trela.

Inscrições: por mail geral@clac.pt, online ou tele.; 249718761 / 960007711

Valor da inscrição:, 4€ não sócios.   2.5€ sócios 

João Pimenta 911161683  jpcdmpimenta@gmail.com

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Vale do Tua


 

O TUA é de TODOS


 
Não é difícil exprimir o meu sentimento em relação a este evento, mas sim resumi-lo.
 A ideia era fazer um reconhecimento do traçado da Linha do Tua para ter consciência do que está em causa com a construção da barragem. Por outro lado, poder divulgar e informar todos aqueles que estão interessados em fazer caminhadas ao longo do Vale do Tua, pois esta zona tem um enorme potencial turístico.
Saímos de Mirandela, ainda de madrugada, no metro em direção a Cachão, aí bebemos um café e começámos a andar (0km/7.30h). Inicialmente o rio é calmo e o relevo suave, as oliveiras preenchem todos os cantos da terra.
Os muros de pedras dividem  as poucas hortas que resistem ao tempo, trabalhadas por gentes distantes e genuínas. Estamos num Outono profundo e todo o cuidado é pouco em caminhar, a passo certo, em cima das travessas húmidas da linha. Pontapés nas pedras são mais que muitos, como vamos carregados arrastamos os pés, sem sair daquela bitola curta. Agrada-me a ideia de sermos doze exploradores, porque nenhum de nós conhecia o Vale.
Caminheiros pela experiência de comunicar, conviver e partilhar. Caminhávamos em fila indiana, por vezes distantes uns dos outros, cada um livre de andar , ver e usufruir toda a  paisagem singular.


A cor predominante era o dourado das folhas, já em fim de estação, que contrastava com os espelhos de água.Aqui e ali apanhava-se a azeitona e ao longe ouvia-se o varejo que quebrava o silêncio.
Na estação da Ribeirinha, arreamos as mochilas e descansamos um pouco os ombros (8km/9.30h). Um habitante da aldeia levou-os ao Luki-Luki para mais uma dose de cafeína. Aproveitámos a paragem para uma troca de ideias e curtas conversas.
O tempo estava a ajudar, não estava sol mas a claridade do cinzento do céu fazia-nos ver a real cor da natureza em nosso redor. A passagem das pontes metálicas descarregava-nos um pouco de adrenalina, e era motivo para boas fotos tiradas àqueles que se agarravam com firmeza ao corrimão.
Visitamos todas as casas abandonados à beira da linha e do rio. Rústicas azenhas levavam-nos a pensar que tipo de vida era aquela, tão só e tão fria. Com os dias mais curtos e entre muralhas rochosas, rapidamente a noite se quer instalar. Estávamos na estação de S.Lourenço (30km/15.30h) onde íamos pernoitar. Com os pés um pouco doridos e os ombros amassados, descarregámos os 11 a 13 kg de bens essenciais para a autonomia. O ambiente era excelente, as pessoas até pareciam que tinham sido escolhidas, a dedo; a amizade e o companheirismo solidificavam. Depois de alguns terem montado as tendas, iniciámos uma base para fazer uma fogueira pois o jantar prometia.
Esta aldeia fantasma, conhecida

pelas termas de água sulfurosa, foi palco de cenas hilariantes. Um tanque na rua onde brotava água quente. Sem perder tempo, dois dos caminheiros fizeram-se ao banho. Também aqui se encontrava água potável que saia por um fio numa torneira. Já todos, à fogueira e num ambiente maravilhoso, uma mulher se sobressai e canta o fado, do meio do nada. O isolamento era total mas o ambiente estava ao rubro, chouriços e chouriças, alheiras e outros enchidos, num fogo de concelho, acompanhados com pão e regados com um bom vinho. Ali estavam 12 pessoas em comunhão, num estado de completa harmonia.
 
Relata quem dormiu ao relento, debaixo de um alpendre, que eram 4.30h da manhã quando começou a chover. A alvorada foi ás 7.30h, pequenos-almoços tomados e tendas arrumadas iniciamos a ultima jornada (0km/9.30h). Todos equipados para a fiel companheira, uma forte razão para ter cuidado com o piso. Difícil era gerir a passada e olhar para a paisagem, pois tínhamos de ver onde púnhamos os pés, e nas curvas as travessas inclinadas escorregavam mesmo.
Já nas zonas das fragas e outras formações rochosas é de cortar a respiração, de uma beleza única. Aproveitávamos os túneis para descansar e comer qualquer coisa. Só se ouve a água furiosa do Tua por entre as pedras, os espelhos de água ficaram para trás. Em ralação ao pavimento a concentração era tal que procurávamos o selo metálico mais velho possível, que marca a data da colocação das travessas, 1955. Alem disso, cada um trouxe como um parafuso de 300 gramas, como recordação.
Ouvia-se, também, o cantar de cascatas que vinham lá dos cimos dos montes. Sem dúvida um grande quadro. Sentados no chão à boca do túnel a almoçar e mais umas trocas de palavras e incentivos para os últimos quilómetros. De repente, ao transpor a curva, vê-se que anda ali a mão do homem, depois de dezenas de quilómetros numa tranquilidade natural. A linha acaba, as fragas são desventradas e o rio é obrigado a desviar-se do seu leito.
A sinalética é bem clara, perigo de explosão. É impossível passar. Mais à frente, já o talude da via férrea está cortado e cheio de derrocadas. Resta-nos sair da via e subir a encosta até ao Fiolhal, uma senhora subida. Uma paisagem marcada pela civilização, homens e as máquinas em simbiose. No Fiolhal fomos recebidos por alguns habitantes que nos indicaram o caminho entre muros e veredas até novamente à linha do Tua. Rapidamente chegámos à estação do Tua (17km/15.00h).
Tiramos uma foto de família junto ao km zero, brindámos com um  abafadinho e fizemos uma dedicatória no mapa que depois foi carimbado pelo chefe da estação do Tua, um carimbo com mais de quarenta anos. Assim acabou a nossa expedição ao Vale do Tua

.


 
P.S Agradeço em nome do CLAC -  Clube de Lazer, Aventura e Competição a todos os amigos e companheiros que estiveram envolvidos e partilharam esta aventura comigo. Manuel C., Cristina R., José B., Fernanda S., Paulo P.,Rui L., Fernanda A., Acácio C., Carlos M., Cláudia D. e António.  Um envolvimento de esforço e ternura de um grupo sem dúvida especial que deixa a marca nas nossas vidas. A vontade supera a força…
 
Em relação à construção da barragem partilho a opinião dos habitantes locais. Quando se fecha uma porta, não à arrombes, tenta-se entrar por outra. Talvez daqui a dez anos subiremos o Tua de canoa até S. Lourenço.
 
João Pimenta
(Coordenador dos percursos pedestres do CLAC.)

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veja o filme resumo da edição 2011

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Percurso pedestre Dezembro:Percurso Ribeirinho de Lisboa


 

Percurso Pedonal Ribeirinho de Lisboa

Domingo, 4 de Dezembro 2011

Veja as Fotos do Percurso pedestre

Para quem está habituado a caminhar no campo, uma caminhada na cidade é sempre
hilariante. À partida a natureza é outra, é humana e as paisagens são mais próximas
e inanimadas. Foi assim que quase 40 caminheiros se fizeram à urbe.

 Com inicio emSta. Apolónia e aproveitando todas as potencialidades da margem do rio Tejo, fomosusufruindo de um tempo ameno, próprio da capital. A descontracção era total, a modos do grupo se prolongar por centenas de metros admirando cada esquina cada porta, cada alçado.

Nada melhor para obter umas fotos admiráveis. A água do Tejo, o colorido dos barcos e o movimento de pessoas que circulavam, não há dúvida que esta é uma zona com muita energia. Toda a família brinca, corre, e anda de bicicleta. Com grande satisfação, todos chegaram a Belém e aproveitámos para tirar a foto de grupo. Já com 11km e como se aproximava da hora de almoço cada um orientou-se da melhor forma
para se alimentar.
Depois de uma boa refeição, bem regada continuamos a caminhada até aos Jerónimos e
aos célebres pastéis de nata de Belém. Fomos para fila e era sempre pessoas a entrar e
impressionante os pasteis não paravam de sair, para mim saíram seis.

O dia ia passando e já estávamos de regresso, entrámos então num eléctrico que tinha umas máquinas que  faziam questão de não dar bilhete. Assim todos ficaram a tentar o grau de teimosia se o homem ou a máquina até ao fim da linha. Ganhou a máquina, não deu bilhetes. A pé pela a Rua Augusta a baixo em direção a Sta Apolónia lá fomos satisfeitos por um dia
bem passado, diria mais, um belo passeio de domingo.

Boas Festas

João Pimenta

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Percurso da Corredoura / Bezerra. 13km


Percurso da Corredoura / Bezerra

Porto de Mós – 39°35’56″N 8°49’28″W

Domingo, 6 de Novembro 2011 

fotos João Pratas

fotos João Pimenta

Após uns dias de tempestade chegou a bonança. Num dia ideal para a prática do pedestrianismo o CLAC não perdeu tempo e realizou uma caminhada na Serra dos Candeeiros. Com o objectivo de conhecer o percurso da via-férrea das Minas da Bezerra, 30 caminheiros iniciaram a subida da Serra da Pevide. Percorremos o vale com carvalhos e azinheiras, sem duvida umas paisagens lindas com os cumes a ladear o caminho. Fizemos uma paragem junto a uma vedação onde se encontravam uns porcos pretos. Foram distribuídas maças aos participantes para que tivessem o prazer de alimentar os bichos que pareciam doidos com tal sobremesa.
Continuámos a subir até à cabana do Elias. Uma bela subida que partiu o grupo e o alongou devido á sua inclinação. Já na cabana, o CLAC para surpresa de todos trouxe o magusto á Serra. Água-pé e castanhas cozidas com erva-doce foram “devoradas” com satisfação por todos, 5lt e 2kg de castanhas. Esta Cabana é um retiro para os caminheiros, nela encontram-se coisas como numa casa normal. Com a particularidade de ter bens de consumo principalmente bebidas espirituosas cuidadosamente guardadas, mas à mão de todos. Uma Cabana mágica, recolhida, e excelente para matar as mágoas.
Finalmente na via férrea. Esta foi transformada num estradão pedonal, com iluminação para que se possa percorrer à noite. A paisagem é magnífica, esta via provoca um corte na serra que mais parece um grande varandim virado para a natureza.
Foi uma manhã de festa e cumplicidade a que não faltou o toque de São Martinho.

João pimenta
(Coordenador de secção de pedestrianismo)

Um pouco de História

“Era o Caminho-de-ferro Mineiro do Lena. Pelos escritos que se consultaram. Verificamos que a ideia era prolongar esta linha até ao Entroncamento, ligando assim a Linha do Oeste à do Norte.
No lugar da Corredoura, se construiu uma estação e, daqui seguiu para a Bezerra, serpenteando pela “serra da Pevide” em cujo cume se abriu um extenso túnel, hoje fraccionado em dois. A linha de caminho-de-ferro que ligava as minas da Bezerra a Porto de Mós, apresentava um trajecto irregular que lhe permitia vencer a estrutura da “serra da pevide”.
O caminho-de-ferro circulou até aos finais da década de 40, deixando de fazer parte da rede ferroviária nacional no ano de 1950, conforme decreto-lei nº. 37822 datado de 16 de Maio de 1950.
Da outrora activa linha de caminho de ferro da Bezerra, que ligava as minas a Porto de Mós restam agora alguns trilhos, rodeados por uma interessante paisagem natural.”

 

Concentração: Na sede do Clube 8.45h, com saída ás 9.00h, ou no estacionamento do Intermarché de Porto de Mós, ás 9.45h

Distancia: Aprox. 13 km   Nível de 1 / 5: 3 

Duração: Aprox. 3.30 Horas  .

Alimentação a levar: Água e fruta ou sandes numa pequena mochila.

Descrição: Outrora activa  da linha de caminho-de-ferro da Bezerra, restam agora alguns trilhos, rodeados por uma interessante paisagem natural. O caminho-de-ferro servia de meio de escoamento do carvão extraído das Minas da Bezerra. A linha de caminho-de-ferro, que ligava as minas a Porto de Mós, apresentava um trajecto irregular que lhe permitia vencer a estrutura da Serra da Pevide.

Inscrições: por mail geral@clac.pt, on line ou tele.; 249718761 / 960007711                    

Valor da inscrição:, 4€ não sócios.   2.5€ sócios

Telefone:249 718 761 ; E-mail: ; geral@clac.pt

Responsável técnico: João Pimenta 911161683  jpcdmpimenta@gmail.com

Percurso circular, nível 3. Percurso pela antiga via-férrea das minas em pleno Parque Nacional Serra de Aire e Candeeiros

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2ª Rota dos templários foi um êxito!


 

 

2ª Ultra Rota dos Templários

Sábado, 1 de Outubro de 2011

Percurso  pedestre de 45km (versão mini:20 km)

 

filme jpimenta 

ver fotos aqui:> de joão pimenta

fotos do guia João paulo Pratas

fotos de Sandra Valentim

filme de joão Pimenta

filme de fotos de  joão Pimenta 2ª Ultra Rota dos Templários 

II Ultra Rota dos Templários, foi um êxito.  Uma grande festa do pedestrianismo nacional no Entroncamento.

Foi dentro desta filosofia que o CLAC, Clube de Lazer Aventura e Competição apostou, pela segunda vez ,na realização da II Ultra Rota dos Templários. Com mais de meia centena de participantes, oriundos de vários pontos do país, fizeram já deste evento uma referência.

Estiveram presentes caminheiros habituados a percorrer distâncias de fundo e ficaram muito entusiasmados com o potencial desta zona ribeirinha e com o desempenho da organização. Houve outros que pela aventura e experiência, apostaram fazer os 45 km para satisfazerem o seu ego e  encherem-se de júbilo com a chegada ao fim.

A dificultar esta edição, estiveram as condições meteorológicas com a temperatura a chegar aos 37º e a organização a desdobrar-se para garantir o abastecimento aos participantes. As passagens dos rios Tejo e Zêzere de barco marcam a diferença, todos partilharam este momento peculiar com grande satisfação.

As refeições foram do agrado de todos. O  almoço em Constância e o jantar no Entroncamento. Esta caminhada iniciou-se às 07.00 horas  e     e a chegada ao Entroncamento foi ás 21.30h, durou aproximadamente 14 horas , terminou  com a alegria de missão cumprida e espírito de aventura. Ficou prometido a presença para o ano com amigos novos e uma nova festa. Se esta mega caminhada foi um êxito não foi só graças à organização, mas sim ao companheirismo dos participantes e das suas posturas em relação aos guias, a entreajuda e espírito de missão, de sacrifício e de aventura.

Também a alegria de certos elementos contribuíram para o moral do grupo, enfim contribuímos todos para que fosse um bom passeio num belo dia de Outubro. Uma festa entre caminheiros, um bem-haja.  

Agradecimentos:

CLAC – que tornou possível este desafio.

Presidente José Leote – Na preparação e gestão de meios no terreno.

Mário Pereira  e Conceição Serra – Abastecimentos, almoço e secretariado

Pimenta , Borrego e Marta – Na confecção do almoço e serviço ás mesas

D. Alda – O belo arroz doce

João Martins – Preparação do percurso.

Otília – Como guia e secretariado

Paulo Pratas – Como guia e reconhecimento do terreno.

José Rodrigues – Como guia.

Serra – Prevenção no hospital de Abrantes.

Restaurante O Almourol – Pela prontidão e serviço de ketring.

Câmara Municipal do Entroncamento – Cedência do pavilhão municipal e equipamento.

Câmara Municipal de Constância – Cedência do parque de campismo, equipamento e barco.

Câmara Municipal da Chamusca e bombeiros – Na passagem de barco no Arripiado

Bombeiros voluntários de Constância – Barco no rio Zêzere e equipamento.

Meios de comunicação – Pela divulgação do evento. 

 João Pimenta ( Coordenador da seção de pedestrianismo do CLAC. )

 

 

 

Descrição da actividade:

A Ultra Rota dos Templários que tem início às 7.00h junto ao pavilhão desportivo Municipal do Entroncamento. Sempre por caminhos rurais, passa pela zona ribeirinha de Vila Nova da Barquinha, Tancos, Castelo de Almourol a onde terá lugar o 1º abastecimento. Segue-se em direcção á Praia do Ribatejo pela margem do Rio até Constância, local escolhido para o almoço.

Passagem de barco para a margem sul. O percurso segue contornando as colinas á beira-rio, sempre pela margem sul do Rio Tejo. No Miradouro do Castelo de Almourol realiza-se o 2º abastecimento, já no concelho da Chamusca. Passamos pela linda vila do Arrepiado, onde se passa de barco para Tancos. Já ao fim de tarde passamos por Vila Nova da Barquinha, local do 3º abastecimento em direcção á misteriosa Quinta da Cardiga. Finalmente passaremos pelo centro do Entroncamento na hora prevista de 20.30h onde nos espera o jantar. Será uma grande aventura Templária.

A Mini –Ultra Rota dos templários tem a distancia de 20 km e une Entroncamento e Constância. Faz o mesmo percurso que os caminheiros do percurso maior, mas termina na bonita vila de Constância o itinerário. Após o almoço, regressam ao Entroncamento em viaturas afectas á organização.

Características do percurso:

Percurso circular com distância aproximada de 45 km com inicio e fim no Entroncamento. Tem algumas zonas em alcatrão principalmente nas povoações, o resto do percurso são lindíssimos caminhos rurais nas margens do rio Tejo. O trajecto em termos técnicos é acessível com aprox. 850m de desnível acumulado. O terreno é solto com algumas linhas de água e muita sombra. Passaremos de barco 2 vezes no rio Tejo, 3 abastecimentos, almoço e jantar.

Este passeio terá como guias os caminheiros do CLAC, pelo que não é marcado.

Programa

Concentração: pavilhão desportivo Municipal do Entroncamento, entre as 6.30h e as 07.00h.

Ultra Rota

Hora de saída:                        7.00 Horas     Hora prevista de chegada:  20.30 h.

Distancia:                               45 km

Grau de dificuldade 1-5:         4

Âmbito:                                  Os Templários e o Tejo

Mini -Rota

Hora de saída:                        7.00 Horas     Hora prevista de chegada: 12.00 h.

Distancia:                               20 km

Grau de dificuldade 1-5:       3

 

Inscrição

Ultra Rota

16.00 € -         Sócios do CLAC /Inatel

20.00 € -         Não sócios.

Data limite –   29 de Setembro  de 2011

Após  26 de Setembro, agravamento de 5,00€  Data limite de inscrição:  29 de Setembro.

   Mini Rota

11.00 €            Sócios do CLAC / Inatel

15.00 €            Não sócios

Data limite –   29 de Setembro  de 2011.

Após  26 de Setembro, agravamento de 5,00€  Data limite de inscrição:  29 de Setembro.

Inscrição com direito a :

- Enquadramento técnico

- Seguro de acidentes pessoais

- Lembrança alusiva

- Abastecimento sólido e liquido durante o percurso

- Apoio logístico (transporte/travessias) durante o percurso.

- alimentação ligeira ao almoço e jantar incluida

Inscrições: Onde e como efectuar:
Deverá utilizar preferencialmente a

Poderá também solicitar a ficha de inscrição e envia-la por fax para 249 718 761 ou  mail: geral@clac.pt

O pagamento deverá ser feito antecipadamente, até dia 29 de Setembro, na sede do clube ou por transferência bancária NIB – 0035 028200013411030 55. Após a transferência enviar comprovativo por fax ou mail do clube identificando nome e actividade.

Equipamento aconselhado:

Roupa ligeira, condicionada pelo estado do tempo, meias de preferência sem costura e cuecas com perna, botas  ou calçado desportivo já usado. 

Mochila pequena com alguns haveres, garrafa de água, bastão, óculos, chapéu de preferência de abas, máquina fotográfica. Papel higiénico, creme, telemóvel, lanterna de leds, de mão ou de testa.

Cuidados a ter

A utilização de creme ou pó de talco em locais do corpo. Colocação de creme nas paredes do calçado e atenção às unhas dos pés. Kit de bolhas. 

Apoios Logísticos:

- Será garantido o acompanhamento e o abastecimento com viatura em locais estratégicos.

- O regresso dos caminheiros desistentes será garantido, mas sem prejuízo da caminhada.

- O abastecimento será à base de frutas, água, sumos e bolos.

Responsabilidades:

- Todos os inscritos serão abrangidos por seguro de acidentes pessoais.

- O CLAC não se responsabiliza pela condição física de cada caminheiro. Mas garante o regresso. 

Contactos:

João Pimenta: 911161683 ; clac: 249 718 76 email: jpcdmpimenta@gmail.com ;   geral@clac.pt

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Epoca dos percursos começou com bonito percurso na Cardiga


Caminhada à QUINTA DA CARDIGA.

 A manhã apresentou-se agradável e propicia a uma caminhada.

Iniciámos ás 9.15h junto do tribunal do Entroncamento e fomos direitos á escola Ruy de Andrade. Entre os participantes estavam duas crianças que portaram lindamente, pois de pequenos é que começa a sensibilizar para estas andanças.

Com a entrada pelo portão principal, virado para estrada nacional, entramos na linda avenida ladeada por arvoredo. Não há dúvida que é um local parado no tempo. Com a chegada ao centro da quinta junto ao palácio e edifícios de apoio o abandono é total.

Todos os 27 caminheiros comentam o futuro da Quinta e tiram fotografias dos mais pequenos pormenores. É uma pena as coisas chegarem a este estado, não há nada nem ninguém pegue nela.

 Depois de comer uma bucha junto ao Tejo e á ribeira de Sta.Caterina, fomos visitar São Caetano. Na sua maioria moram ali as pessoas que trabalhavam na Quinta e que ainda hoje estão tão pegados como de um pai se tratasse.

 No regresso viemos pela zona das hortas e passamos junto à nora situada no meio da Avenida. Com a extensão de 8.7km todos chagaram ao Entroncamento satisfeitos pois tratou-se do inicio da época dos percursos pedestres do CLAC.

veja as fotos aqui
 Telefone: ; E-mail: 249 718 761; geral@clac.pt João Pimenta 911161683  jpcdmpimenta@gmail.com

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calendário de actividades de pedestrianismo 2011-12


calendário de actividades

4 de Setembro – Caminhada á quinta da Cardiga / S.Caetano. 8 km
Percurso circular, nível 2. Excelente para iniciação ás caminhadas, um local cheio de histórias dos Templários.

1 de Outubro2º Ultra Rota dos Templários. 45 km
Percurso circular, nível 4. A grande aventura pedestre pelas zonas ribeirinhas. Inclui duas passagens do rio, reforços alimentares, almoço e jantar. Um dia em cheio.

6 de NovembroPercurso da Corredoura / Bezerra. 13km
Percurso circular, nível 3. Percurso pela antiga via-férrea das minas em pleno PNSAC.

4 de Dezembro3º Colinas de Lisboa / Percurso ribeirinho 14km
Percurso circular, nível 2. Viagem de comboio e caminhada á beira do Tejo até Belém, Almoço volante. Efeitos de natal em Lisboa.

2012

9 de JaneiroPercurso no Vale da Fórnea. 10 km
Percurso circular, nível 3. Com inicio em Chão de Pias, contornando o anfiteatro natural e magnifico da Fórnea.

6 de FevereiroPercurso Nocturno – Vale Alto / Subida da Serra. 6 km
Percurso de ida e volta, nível 2. Subida nocturna da Serra de Aire. Será servido o chá das 22.00h. Equipamento reflector.

6 de MarçoCoimbra antiga – Percurso urbano. 12km
Percurso circular, nível 3. Passagem pelas zonas mais antigas da cidade e zona ribeirinha do Mondego. Está prevista a deslocação de autocarro.

3 de AbrilTrilhos de Almourol. ( Caminheiros ) 16 km
Percurso rectilíneo, marcado e de nível 3. Este está integrado na prova de trail, Trilhos do Almourol. A deslocação está prevista de Comboio até ao apeadeiro de Almourol.

8 de Maio3º Marcha do Entroncamento a Fátima. 30km
Percurso rectilíneo com regresso de autocarro, nível 4. As paisagens, os cheiros do campo e os objectivos fazem deste evento uma excelente opção de ir a Fátima.

5 de Junho –  PR4 Trilhos do Conhal / Monte do Arneiro. 11km
Percurso circular, nível 3. Excelentes paisagens são uma das característica deste percurso que com um almoço marca o fim da época de 2010 / 2012.

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Caminhada em Belver / Alamal PR1


Caminhada em Belver / Alamal PR1

Domingo, 5 de Junho 2011

 Veja aqui as fotos de João pimenta

Fotos de Justino Serra

 

A época das caminhadas do CLAC terminou em beleza, num percurso sempre espectacular que é o de Belver. Entre o castelo, o rio Tejo e a praia fluvial do Alamal, 32 caminheiros usufruíram das maravilhosas paisagens desta região magnífica.

Iniciamos com uma visita ao castelo, caminhamos pelo interior da aldeia e por um percurso sinuoso mas bem cuidado. Passamos a ponte e no rio vimos o espelho de água com o seu belo efeito. Já no passadiço de madeira ao longo de rio a vista para Belver é extraordinária.

Na praia fluvial do Alamal descansámos e comemos, restava-nos o regresso. Todos satisfeitos subimos a encosta até á igreja Matriz. O tempo estava muito abafado e parecia que ia fazer das suas.

Alguns caminheiros ficaram para o almoço de despedida, num restaurante típico que serve um peixinho do rio grelhado, detrás da orelha. Foi uma festa com muita comida muito bem regada que acabou quando chegou a trovoada.

Por fim, agradeço a todos os colaboradores que ajudaram nesta época a tornar possível esta série de eventos. Para o ano ( Setembro) há mais.

JPimenta

 

 

 

Concentração: Na sede do Clube 8.45h, com saída ás 9.00h.

                              Em Belver, no Largo do Pelourinho, junto á Igreja Matriz 9.45h.

Distancia: Aprox. 7 km              Nível de 1 / 5 : 2     

Duração: Aprox. 2.30 Horas      Tipo: Ida e volta c/ guia.

Acessórios: pequena mochila e máquina fotográfica.

Roupa: Condicionada pelo tempo, calçado leve.

Alimentação: Água e fruta. Almoço para quem desejar.

Descrição: Passeio de Belver á praia fluvial do Alamal e volta.

Almoço de fim de época para quem desejar no sistema de come tudo e divide por todos.

Restaurante “ O Castelo “ (Pescador)

Organização:  Não se responsabiliza pela condição física de cada caminheiro.

Inscrições: por mail geral@clac.pt, online ou tele.; 249718761,

                             Informar o interesse de participar no almoço para reservar.

Valor da inscrição:, 4€ não sócios.   2.5€ sócios

Site: http://www.clac.pt/. Telefone: ; E-mail: 249 718 761; geral@clac.pt

João Pimenta 911161683  jpcdmpimenta@gmail.com

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5ª Caminhada solidária


 

Informações: 

João Pimenta 911161683  jpcdmpimenta@gmail.com  

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